CRÍTICA CONSTRUTIVA: UMA BÊNÇÃO ESQUECIDA
2 de junho de 2026 • 4 min. de leitura

Dificilmente você vai conseguir melhorar o seu modo de ser e de fazer as coisas se não houver uma autoavaliação ou receber uma crítica construtiva de alguém que se preocupa com você. Muitos cristãos não aceitam fazer ou receber críticas. Eles dizem: “Não faço nenhum tipo de crítica porque eu também não sou perfeito e também não aceito que me critiquem.” Infelizmente, muitos crentes, inclusive pastores e líderes, deixam de “exortar em amor” a quem precisa, por medo de ouvir do irmão frases do tipo: “Você não tem nada a ver com a minha vida”, ou “você também não é nenhum santo”, ou “macaco olha o seu rabo.” Percebemos, por um lado, o medo de alertar sobre o perigo dos erros que o irmão está cometendo e ser chamado de acusador, orgulhoso e intrometido. Por outro lado, existe a falta de humildade que impede aquele que é exortado de acatar e avaliar a crítica recebida.
Esquecemos de que a crítica construtiva é biblicamente válida e benéfica. A Bíblia nos informa que Moisés foi abençoado com uma crítica construtiva que ele recebeu do seu sogro Jetro e que resultou no aumento da eficiência do seu trabalho de julgar as causas do povo de Israel no deserto (Êxodo 18:13 a 26). Se não fosse a crítica feita pelo profeta Natan ao rei Davi, talvez ele nunca tivesse se arrependido do adultério e do assassinato que cometeu (2 Samuel 12:1 a 9). O apóstolo Paulo precisou criticar o comportamento hipócrita do apóstolo Pedro quando deixou de comer com os gentios ao perceber a chegada dos judeus (Gálatas 2:11 a 14). Também no contexto do Novo Testamento, somos avisados de que estará pecando quem vir a seu irmão andar por um caminho de morte e não o alertar.
Na verdade, a reação do cristão ao receber uma crítica é um indicativo de como anda a sua espiritualidade ou a sua comunhão com Deus. Um dos propósitos de Deus para a Igreja é que os cristãos sejam cada vez mais parecidos com Jesus Cristo, e isso requer um processo chamado “santificação”. O Espírito de Deus, muitas vezes, nos chama para auxiliar na santificação dos irmãos através da exortação e da repreensão. Quem repreende deve fazê-lo com e por amor. Quem é repreendido deve ter a humildade de analisar bem a crítica recebida. Assim, haverá restauração e crescimento tanto a nível pessoal como comunitário. A crítica construtiva ou repreensão deve ser sempre expressão de amor e de preocupação com o próximo. O amor que vem de Deus também inclui palavras fortes de advertência como: “Hipócritas, raça de víboras” (Mateus 23:33), “vocês estão errados porque não conhecem as Escrituras” (Marcos 12:24), ou “vá e pare de pecar” (João 8:11). Assim como o médico precisa dizer ao paciente teimoso: “- Se você não parar de beber hoje, em breve estará morto.”
Durante a criação do mundo, por cinco vezes, Deus avaliou as obras das Suas mãos e, ao final, aprovou todo o seu trabalho (Gênesis 1:10, 12, 18, 21, 25 e 31). Assim também devem ser considerados aqueles eventos que são realizados nas igrejas ano após ano, apresentando os mesmos erros. Ninguém ousa fazer um comentário negativo aos responsáveis pelo evento com medo de que se sintam ofendidos ou humilhados diante de alguma crítica, ainda que construtiva. Após cada evento realizado, é necessária a iniciativa, por parte dos organizadores, de fazer uma reunião com a finalidade de levantar as opiniões, as críticas e as sugestões para a melhoria do evento, na sua organização e realização, no ano seguinte.
Nas mãos de Deus, somos como “obras em construção” e, por isso, precisamos uns dos outros para nos manter unidos ao Senhor até o final da caminhada, sendo mutuamente orientados através dos elogios e das críticas. Conforme a orientação de Hebreus 3:13: “Antes, exortai-vos uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama hoje, para que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado”.

18 de dezembro de 2019 • 6 min. de leitura
Alvo da Graça
Lembro-me da minha infância, criado em um contexto católico, no período da Páscoa, a festa começava na sexta-feira santa, e terminava no domingo. Alguns de meus familiares encerravam o período da Quaresma, bebiam, e comiam muito. Mas minha família não deixava de ir às missas todos os três dias. No sábado era um dia em que eu notava que nos postes (de rede elétrica) havia um boneco vestido de pano, onde as pessoas batiam e alguns ateavam fogo. Em um certo ano, perguntei ao meu pai o que significava, e ele me disse que era um boneco de Judas, era dia de “malhar Judas”, minha família nunca praticou essa tradição, mas eu sempre quis, só por ter o prazer de atear fogo no boneco – coisa de criança. Ao passar o tempo, após minha conversão, notei que a palavra Graça, era e é muito utilizada no contexto evangélico, muito mais que no católico. Meu primeiro contato com a palavra Graça, foi em um livro de Max Lucado, “A Graça bate à sua porta”, um presente que ganhei no dia de meu batismo. O livro contava fatos da vida do autor, de como o Espírito Santo através da Graça o surpreendeu com situações de milagres, até mesmo de bênçãos, e ele falava como a Graça do Senhor era boa. Confesso que até aquele momento eu acreditava que a Graça era como uma “vibe positiva”. Ouvi certa vez de um amigo não convertido ao evangelho, de como ele gostaria que a Graça que os evangélicos falavam e criam cercasse a vida dele para que ele recebesse recompensas e presentes do universo, como se o cosmos convergisse a favor dele. Naquele momento eu o exortei com muito respeito, e disse a ele que a Graça era o amor de Deus manifesto em Jesus Cristo para a salvação das pessoas, mas que depois ela poderia ser um meio de benção na vida dos homens. Acredito que algumas das falas de Max Lucado me influenciaram na época, ou eu interpretei mal o conteúdo de seu livro. Num outro momento em que a palavra Graça ficou martelando em minha mente, foi quando comecei a ouvir sobre a tal da “hiper-graça”, algo como se o pecado estivesse liberado, os erros tolerados e nada de ruim poderia acontecer às pessoas que viviam sua vida por ela, pois, uma vez salvo, sempre salvo. Pastores e líderes começaram a se preocupar com essa pregação, pois muitos jovens saiam de suas igrejas para irem às igrejas daqueles que testemunhavam a fé por meio dessa hiper-graça. Naquele momento levantei uma bandeira, de “caça às bruxas” contra aqueles que pregavam assim, mas o detalhe é que novamente estava sendo influenciado por algo que eu não compreendia em sua totalidade, mas mesmo assim desejava discutir e me posicionar sobre isso. Vale a pena destacar que não estou aqui entrando no mérito ou não, sobre alguém perder ou não sua salvação, mas sim, de que mais uma vez, a palavra Graça estava em voga na minha mente e em meus discursos, sem entender exatamente o que era. Ao longo do tempo, o querer entender a Graça sempre foi um de meus objetivos, e acredito que até o fim da minha vida será, mas recentemente lendo o evangelho de João em meu período devocional diário, eu me deparo com o seguinte texto: “Jesus respondeu: é aquele a quem eu der o bocado molhado. E, molhando o bocado, o deu a Judas Iscariotes, filho de Simão” (João 13:26). E por algum motivo estranho resolvi ler e entender o que era bocado, e assim fui para os comentários bíblicos para compreender. Para minha surpresa, a circunstância em torno deste acontecimento conjuntamente com a ceia e a palavra bocado, possuem um grande significado e de extrema relevância. Naquele momento pude acrescentar mais uma pequena parte de instrução sobre a Graça de Jesus, uma fração da Graça que minha mente limitada e humana poderia entender até ali. O bocado, segundo Champlin (1995, p. 512) era o pedaço de pão molhado em uma terrina, um objeto onde o molho pascal era colocado dentro, com carne de cordeiro pascal, um pouco de pão sem levedo, e ervas amargas. Cada pessoa ali na mesa provavelmente tinha sua terrina para mergulhar o pão. Mas o hóspede servia um bocado para um convidado de honra e a pessoa que recebeu esse bocado, foi nada mais nada menos que Judas lscariotes. Mas por que?, eu me perguntei, sendo que Jesus sabia que ele era o traidor, ou será que Jesus só fez isso para mostrar quem iria traí-lo, como um sinal? Acredito que não. Prefiro supor que Jesus honrou a vida de seu discípulo até o último minuto, até o fim Judas foi o alvo da Graça de Jesus, assim como, um pouco antes no mesmo capítulo 13 de João, Jesus lavou os pés de Judas, junto com os de seus discípulos como forma de servi-los. Jesus serviu a Judas lavando seus pés e dando o bocado para aquele que o trairia logo. Me pergunto como foi aquela noite para Judas, olhar para os olhos de Jesus, sabendo que ele seria o vassalo de seu Mestre, o Filho de Deus. Judas olhou para o cordeiro indo ao matadouro, o cordeiro que lavou seus pés, que o amava, o cordeiro que serviu-lhe o bocado, que o honrou, naquele momento ao seu lado, prestes a ser sacrificado. Penso que para Jesus, em seu coração misericordioso e cheio de compaixão, era como se através de suas atitudes para com Judas, seu discípulo pudesse voltar atrás e se arrepender, e deixar tudo para lá e voltar à comunhão. Talvez para Judas se tornou tarde demais, o que tinha que ser foi, mas de uma coisa eu sei, Judas até o fim foi alvo da Graça de Jesus. Nós somos alvo dessa Graça, não importa o momento, não importa nossos erros, não importa o pecado que venhamos a cometer, sempre há volta para um coração quebrantado e arrependido retornar à comunhão de Jesus e desfrutar de sua infinita Graça. REFERÊNCIA CHAMPLIN, Russel Norman. O novo testamento interpretado: versículo por versículo. São Paulo: Editora e Distribuidora Candeia, 1995. 661 p. 2 v.

28 de novembro de 2024 • 3 min. de leitura
O Racismo e seus desdobramento na sociedade
Racismo é imputar algum tipo de superioridade ou inferioridade entre as pessoas em virtude da cor da pele. O Brasil de acordo com a lei 7.716/1989 torna todo e qualquer tipo de preconceito relacionado a cor da pele em crime inafiançável e não deveria ser diferente. Não se pode deixar de lado o fato de que o Brasil é um país racista e isso se dá em várias áreas da sociedade. É um erro fechar os olhos para esse fato, pois se trata de seres humanos, crianças, jovens, adultos e idosos e não meros números. De acordo com Junior Costa (2023), o Brasil encontra-se na 23º posição na lista dos países mais racistas do mundo. Antes dele temos a Alemanha e logo depois a Suíça, e ao fechar os olhos para esse fato, acelera-se a decadência da humanidade. Em se tratando do racismo em solo brasileiro, é possível observar que a região Sul tem os maiores índices de crimes relacionados à injúria racial. Deve-se atentar para o fato de que a lei do racismo o torna inafiançável e a injúria racial tem como pena a detenção de 2 a 5 anos e multa, de acordo com a lei 14.532/2023, isso é extremamente preocupante, pois estamos falando de uma das regiões mais bem desenvolvidas do Brasil (ARAUJO, 2024; BORGES, 2024). Infelizmente muitas pessoas estão vivendo uma vida baseada na superioridade, de acordo com a cor da pele, e isso passa por uma visão deturpada a respeito do outro, onde não se leva em consideração quem ele(a) é, e quem o criou. Um preconceito que vem sendo passado de geração em geração, e uma realidade em grande parte da sociedade. É preciso entender que toda e qualquer pessoa tem um valor imensurável, algo que de forma nenhuma pode ser medido, muito menos pela cor da pele, pois todos somos feituras de Deus, criados à sua imagem e semelhança. Faz-se necessário ensinar a geração atual e as próximas, a enxergar o outro, não pela cor da pele, raça, gênero, ou qualquer outra distinção superficial, mais pela ótica de Deus, que entregou seu filho Jesus Cristo, em amor, por todos. Não se pode perder de vista a obra de Deus, realizada por seu filho Jesus e confirmada dia após dia por meio do Espírito Santo, e isso tudo, por toda a sua criação. Nunca é tarde para aprender a olhar o outro de dentro para fora e não de fora para dentro. Que Deus nos ajude a superar o racismo! Por: Hudson Vieira dos Santos, aluno do 7º Período de Teologia da Fatebe

30 de setembro de 2021 • 6 min. de leitura
Amor acolhedor
O propósito deste texto será discutir as razões pelas quais pessoas deixam a comunhão da igreja e o que pode ser feito para evitar que isto aconteça e o que fazer para que desigrejados retornem à comunhão do povo de Deus. Uma coisa é clara, todos os desigrejados uma vez foram “igrejados”. Foram membros ou participantes de uma igreja. As razões pelas quais saíram da igreja são tão inúmeras como diferentes são as pessoas e as circunstâncias da vida. Todavia a pergunta que eu faço agora é o que a igreja pode fazer, como uma igreja deve ser, para que ela perca o menor número possível de pessoas? Como deve ser a igreja, a nossa igreja, para que as pessoas gostem de vir às reuniões, que participem dos encontros com satisfação e não por mera obrigação ou costume? Se as pessoas permanecem na igreja porque gostam, elas dificilmente irão fazer parte do rol dos desigrejados. Existem valores e realidades fundamentais da igreja. A maior delas é aquela que Paulo mencionou em 1Cor 3.11: “Ninguém pode pôr outro fundamento na igreja além daquele que já foi posto por Deus, que é Jesus Cristo”. No versículo seguinte Paulo menciona que sobre este fundamento os obreiros podem edificar com 2 tipos de materiais: ouro, prata, pedras preciosas ou madeira, feno, palha. Nós podemos entender o “ouro” com o qual devemos edificar a igreja como o “amor”, mas um amor que eu chamaria de “amor acolhedor”. Jean Vanier [1] disse que “acolher não é primeiramente abrir as portas da casa, mas abrir as portas do coração”. Uma igreja que acolhe as pessoas e cria relacionamentos de amizade, é uma igreja que não apenas cresce, mas segura as pessoas no seu redil. Acolhimento, relacionamento, entrosamento é um dos segredos para pessoas se fixarem e continuarem em uma comunidade. A igreja deve oferecer este acolhimento, esta comunhão que as pessoas buscam e pelas quais anseiam. As pessoas buscam relacionamentos. Uma igreja que oferece relacionamentos reais é uma igreja que segura as pessoas. Acolher é um sinal de vida cristã. Acolher como Jesus acolheu. E como Jesus acolheu as pessoas? Acolheu ativistas políticos como os zelotes. Acolheu os colaboradores com o Império dominador, como os publicanos. Acolheu as pessoas com vida moral desregrada, como as prostitutas. Acolheu trabalhadores braçais como os pescadores. Acolheu até alguns religiosos legalistas como os fariseus. Acolheu sem preconceitos e distinções. No grupo dos discípulos Jesus acolheu a todos por igual e tratava a todos por igual, sem fazer uma distinção de valor entre eles. Nós sabemos disso, pois perto do fim de sua vida os discípulos estavam discutindo entre si qual deles seria o maior (Mc 9.34). Até Judas participou dessa discussão. Cada um deles tinha uma história para contar, uma experiência para relatar, de como Jesus o abençoou, usou e se manifestou a ele e que, portanto, deveria ser o maior. Paulo em Rm 15.7 exortou: “Acolham uns aos outros, como também Cristo acolheu vocês para a glória de Deus”. Às vezes o acolhimento nas igrejas se resume em saudar os visitantes no início do culto ou alguém cumprimentá-los à porta na saída. Mas não ultrapassa estes limites. A pessoa não entra no rol dos grupinhos da igreja, nunca é convidada para um bate papo, para um café na sua casa. De certa feita uma pessoa me disse: “você sabe que Jesus ama você?” Eu respondi: “sim, eu sei que Jesus me ama, mas quero saber se você me ama”. Não devemos apenas espiritualizar o amor. O “amor acolhedor” deve se “fazer carne” em nós. Acolher significa incluir pessoas na comunhão, na amizade. Sentir-se acolhido, aceito, abraçado, é sentir-se valorizado e todos querem se sentir valorizados. A pessoa acolhida se sente valorizada como pessoa. Sabe que tem amigos que se importam com ela. Pessoas com quem pode contar nas horas difíceis da vida. Quero sugerir duas coisas para a prática do acolhimento na igreja, acolhimento que resulte em relacionamentos vivos. 1º – O discipulado. Que pessoas novas na comunidade sejam discipuladas. Que alguém, por algum tempo, se dedique a acompanhá-las semanalmente. Mas discipulado não é apenas compartilhar verdades bíblicas e verdades cristãs. Discipulado é compartilhar a vida, a vida no dia a dia. Compartilhar a vida de família, os momentos de lazer, os momentos de lutas. No discipulado pode se desenvolver a amizade. Amizade como a de Davi e Jônatas. Numa hora difícil de Davi em que Saul pretendia matá-lo, a Bíblia diz que “Jônatas fortaleceu a fé de Davi em Deus” (1Sm 23.16). Jônatas animou, encorajou o coração de Davi. Uma igreja em que as pessoas se sintam encorajadas e fortalecidas é uma igreja que não irá perder seus membros com facilidade. 2º – Em segundo lugar o novo participante da igreja deve se tornar participante de um grupo pequeno, um grupo em que se pratique real comunhão e compartilhamento de fé e vida. No grupo pequeno pode ser rompido o abraço frio da solidão e a pessoa pode receber o abraço caloroso da comunhão. Há tantas pessoas solitárias até dentro de nossas igrejas. O “amor acolhedor” é a resposta para esta necessidade humana. Contudo devo dizer que não devemos pensar no acolhimento de forma romântica, pouco realista. Os relacionamentos na igreja não são sem problemas. Cada pessoa que entra na comunidade traz consigo sua carga de problemas, dificuldades, virtudes e defeitos. Onde pessoas convivem há atritos e conflitos, do casamento às igrejas. Os conflitos podem ser uma força desagregadora que leva as pessoas para fora da igreja e diante delas só o espírito perdoador tem a resposta. Perdoar nem sempre é fácil. É mais fácil acolher que perdoar. C. S. Lewis [2] disse que “todos consideram o perdão uma ideia maravilhosa – até o momento em que tem algo a perdoar”. Todavia pelo perdão a comunhão é restabelecida e o “amor acolhedor” volta a fluir. Leonardo Boff [3] comentou que “o perdão de Deus restabelece a comunhão vertical para o alto; o perdão daqueles que nos têm ofendido conserta a comunhão horizontal para os lados. O mundo reconciliado começa a aflorar, o Reino inaugura e os homens começam a viver sob o arco-íris da misericórdia divina”. Concluindo afirmamos que a prática do “amor acolhedor” é a melhor vacina contra o vírus do desigrejamento. REFERÊNCIAS [1] Vanier, Jean. A comunidade, lugar do perdão e da festa. São Paulo: Paulinas, 1982, pg 235 [2] LEWIS, C. S. Cristianismo puro e simples. 3ª ed. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2009, pg 152 [3] BOOF, Leonardo. O Pai-Nosso: a oração da libertação integral. Petrópolis: Vozes, 1979. pg 115
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